O influenciador brasileiro e integrante da Cloud9, Heitor “TcK” Tomazela, comparou as ranqueadas do Brasil e dos Estados Unidos durante sua participação no C9 Bonus Round, afirmando que existem diferenças marcantes entre os estilos de jogo.
- FNATIC vence Vitality em reencontro de Derke contra ex-time no VCT EMEA 2025
- LOUD confirma lukxo como titular contra 100T
- LOS realiza bootcamp presencial em busca de título do Challengers Brazil 2025
Durante o bate-papo com outros membros da organização, TcK respondeu ao questionamento de Erick “Xeppaa” Bach sobre as diferenças nos servidores.
“Os brasileiros jogam VALORANT em conjunto, com mais informações durante a partida. Enquanto os americanos jogam de modo mais individual, mas tem mais mira“, explicou o criador de conteúdo.
A conversa aconteceu entre TcK, Xeppaa, Francis “OXY” Hoang e Victor “v1c” Truong, todos representantes da Cloud9, rendendo discussões sobre diversos temas, incluindo a comparação entre os ranks.
Segundo TcK, “um jogador do Imortal ou Ascendente nos Estados Unidos tem os mesmos objetivos de um brasileiro no Radiante”, destacando a diferença de habilidade entre os servidores.
Quer ficar por dentro de tudo o que acontece no mundo do VALORANT? Então, siga o VALORANT Zone nas redes sociais: Twitter, Facebook, Instagram, Threads e Bluesky.
Para acessar toda a discussão, assista ao vídeo completo:
ALÉM DO ESTERIÓTIPO
Diferente da opinião de OXY e Xeppaa, que achavam que “os brasileiros eram só W” (jogadores agressivos), o criador de conteúdo defende que os brasileiros desempenham as funções corretamente nas ranqueadas.
“No NA é mais difícil de conquistar o Radiante, com certeza“, afirmou TcK, atribuindo essa diferença principalmente às questões de equipamento.
“Isso se deve ao fato de que, no Brasil, não é fácil ter um bom computador“, justifica o streamer. Ele lembra que além dos periféricos, é necessário um computador capaz de rodar o jogo adequadamente.
Perdeu alguma edição do Spike Plant ou quer apenas rever? Acesse nosso canal no YouTube ou confira a edição no Spotify!
De acordo com o portal de notícias Exame, um PC gamer básico no Brasil pode custar de R$ 2.000 até mais de R$ 5.000, tornando o acesso a equipamentos de qualidade mais restrito.
“Muitas pessoas no Brasil chegam ao Radiante com um monitor 60 hertz, enquanto no NA, praticamente todo mundo tem um 144“, exemplificou TcK, evidenciando como a diferença de infraestrutura impacta o desempenho dos jogadores.