Dois anos atrás, assim como nesta quinta, 2 de junho, VALORANT era lançado oficialmente pela Riot Games. O FPS já faz parte do dia a dia de tantas pessoas que nem parece que o jogo comemora apenas dois anos de existência. “Ai Gabi, só quem viveu sabe”. Apesar do pouco tempo disponível para a comunidade, VALORANT já proporcionaram momentos marcantes para os brasileirinhos. Confira seis lembranças icônicas do jogo no Brasil.
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First Strike Brasil, a primeira LAN de VALORANT
Antes da implementação do VALORANT Champions Tour, a Riot Games estreou nos presenciais do FPS com o First Strike Brasil. Seis meses após o lançamento do game, a desenvolvedora trouxe um campeonato onde oito times disputariam o primeiro grande título do cenário competitivo nacional de VALORANT.
No torneio disputado em São Paulo, a Gamelanders começou com pé direito no novo esport e venceu uma disputada final MD5 contra ninguém menos que paiN Gaming, uma das organizações mais tradicionais do país. Aliás, aquele time da GL apresentou ao cenário diversos nomes que, hoje, são figurinhas carimbadas, como Leonardo “mwzera” Serrati e Guilherme “Nyang” Coelho

VALORANT Zone Invitational
Claro que o VZone não fica de fora dessa história de dois anos. Humildemente, o First Strike Brasil abriu, muito bem, as disputas em LAN do VALORANT. Entretanto, antes do torneio oficial da Riot, o VALORANT Zone Invitational movimentou o cenário, ainda embrionário, com uma disputa pegada entre diversos nomes conhecidos do cenário de esports nacional.
Afinal, a grande campeã do torneio foi a TERROR.NET. Tudo bem, nome desconhecido não é? Mas, na line campeã, estavam alguns jogadores de renome que se mantém firmes no cenário até hoje, como, por exemplo, Bryan “pANcada” Luna e Alexandre “xand” Zizi.

Gamelanders Purple domina o cenário feminino
Com um cenário feminino movimentado, o ano de 2021 do VALORANT poderia muito bem ser apelidado de “Terreno da Gamelanders Purple”. Maior do que qualquer outro time no cenário misto ou feminino no Brasil em 2021, a Gamelanders Purple definitivamente entrou para a história do VALORANT no país. Colocando as jogadoras na prateleira mais alta do cenário competitivo, o quinteto formado por Ana “naxy” Beatriz, Paola “drn” Caroline, Paula “bstrdd” Naguil, Natália “daiki” Vilela e Natália “nat1” Meneses cansou de gritar “é campeã”.

Foram 13 títulos conquistados em toda a temporada. Não à toa, elas acumularam cerca de R$ 178 mil em premiação. Além de colocar a Gamelanders Purple como uma das equipes que mais garantiu dinheiro em premiações no VALORANT em todo o mundo, o valor representa um ano de domínio total do quinteto feminino. Para quem acompanha o cenário, os seguintes nomes ficaram gravados na história da modalidade:
Ana “naxy” Beatriz
Paola “drn” Caroline
Paula “bstrdd” Naguil
Natália “daiki” Vilela
Natália “nat1” Meneses
As músicas da Raze
Se em alguns outros jogos, como Counter-Strike: Global Offensive, a comunidade se preocupa em criar músicas e conteúdo para a modalidade, no VALORANT, a Riot se encarregou. E neste contexto, a desenvolvedora soube bem representar a comunidade brasileira, com uma agente compatriota, Raze. A Duelista recebeu dois vídeos temáticos, que exploraram bem sua origem.
No primeiro, lançado em 2021, Raze recebeu um vídeo, focado em gameplay, com a bela trilha sonora de “O Canto da Cidade”, de Daniela Mercury. Se o primeiro já foi um acerto que marcou, o segundo vídeo da Riot Games, homenageou ainda mais as raízes de Raze. Isso porque, no clipe publicado em fevereiro deste ano, a Agente passeia por cenários do estado da Bahia, ao som de “Banho de Folhas”, da artista Luedji Luna, baiana como Raze.
A fun fest de nuuh
Com o belo desempenho da LOUD no VALORANT Masters Reykjavík 2022, o cenário brasileiro estava quente. Neste contexto, Gustavo “nuuh” Rocha, um dos maiores influenciadores do jogo no Brasil, aproveitou para realizar uma fun fest para assistir a final do campeonato mundial. O evento contou com a presença de jogadores brasileiros, bem como de nomes conhecidos do cenário.
Exausto mas realizado.
— Gustavo “Nuuh” Rocha (@Nuuhfps) April 25, 2022
Triste pela derrota da loud porém eu escrevi meu nome na história do VALORANT hoje, lotação máxima na parada com a porta lotada de gente também.
Obrigado a todo mundo que dedicou um tempo pra ir lá no evento e aguardem o próximo que vai ser gigante! pic.twitter.com/WttP8p8OBg
Tudo bem, a vitória e o título mundial não vieram, mas quem marcou presença na fun fest de nuuh, com certeza ficou um pouco menos triste do que o restante dos brasileiros fãs de VALORANT. nuuh ganhou o carinho da comunidade pelas suas transmissões de torneio mais descontraídas. Todo esse clima, culminou em um evento que ficará na lembrança de diversos torcedores do país.
LOUD no topo do mundo
E é claro que o motivo para se organizar uma fun fest também figura nos momentos marcantes do VALORANT no país. A LOUD entrou para a história da modalidade no Brasil, não só por ter sido o primeiro time da região a chegar em uma final de mundial, mas por apresentar um nível de jogo acima do que o brasileirinho tinha visto até então. Sem contar o carisma do elenco, que gerou até mesmo hashtag de sucesso para um determinado careca do time.
E olha, não adianta, rivalidade pega muito no cenário nacional, mas quando a LOUD começou a representar bem o Brasil lá fora, nem a Los Grandes ficou de fora da torcida. E é claro que a campanha da line, capaz de, pela primeira vez, unir tantos brasileiros pelo VALORANT, entra facilmente na história da modalidade. Com certeza o Brasil ainda vai dar muita felicidade para o seu povo (não igual o David Luiz), mas a primeira campanha de sucesso a gente nunca esquece.
