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Spike Plant #20: Riot deveria seguir o modelo da Ubisoft para o cenário feminino?

Tópico foi discutido durante a vigésima edição do Spike Plant

Arte/VALORANT Zone

Spike Plant #20: Riot deveria seguir o modelo da Ubisoft para o cenário feminino?

A vigésima edição do Spike Plant aconteceu no último dia 15 de fevereiro, contando com a presença de ícones do VALORANT nacional como Felipe “Katraka” Carvajal, treinador da Gamelanders, Beatriz “Bia” Terra, jogadora da Havan Liberty e Bruna “bnz” Sobieszczk, criadora de conteúdo da eRa Eternity.

A conversa em questão foi sobre como a Riot Games lida com o cenário feminino do FPS, comparando ao formato recém-criado pela Ubisoft no Rainbow Six,

Gabriel Melo, editor-chefe do VALORANT Zone, elogiou o formato mas disse que não acredita ser o ideal.

Essa parte do Rainbow Six é um projeto que a Riot tem que ver. É o modelo ideal? Acho que não. Pode ser melhorado, pelo que entendi vai elitizar o cenário. Serão sempre as mesmas equipes todas as etapas, já acho isso errado. Como já foi trazido aqui, no VALORANT tem muita equipe feminina sem organização, mas com potencial. Limitar pra seis ou oito equipes fica ruim. É um modelo que a Riot precisa olhar e é o que espero“, citou.

Jogadora e representante da Havan no programa, Bia também deu seu parece sobre o tópico levantado.

Eu acho que esse sistema que a Ubisoft tá fazendo é um dos maiores exemplos que você pode dar e ser seguido, vi essa reportagem dos R$ 300 mil e eu vi o quão orgulhosa as meninas estavam. Recentemente teve a mesma edição e elas recebiam periféricos, nenhum valor, sabe?”

“Eu acredito que a Riot vai seguir sim a mesma linha, ela tem mostrado o interesse no cenário feminino, essa mudança de regras já é algo que coloca a gente numa linha de que terá algo sim da Riot. Se eles seguirem esse mesmo parâmetro, fazer uma liga oficial, alguma coisa que não só seja feminina, mas que seja uma porta de entrada, é um dos maiores caminhos que eles devem seguir“, afirmou a profissional.

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Criadora de conteúdo e jogadora profissional da organização norte-americana eRa Eternity, bnz ressaltou que nunca tinha visto um cenário “tão unido” como vem sendo no VALORANT.

Eu nunca vi um cenário tão forte, onde as mulheres tem voz, onde eu posso vir aqui falar com vocês, onde a Bia pode dar a opinião dela. Isso é muito bom, sinto que a Riot tá valorizando a gente, mesmo que tá começando, o VALORANT não tem nem um ano, mas já vejo uma melhora, um começo, algo significativo“, destacou.

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