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Gamelanders e Sharks estreiam com vitória no VCB Finals

Gamelanders e Sharks começam com o pé direito os primeiros jogos do VALORANT Challengers Finals do Brasil; veja o resumo.

Bruno Alvares/Riot Games

Gamelanders e Sharks estreiam com vitória no VCB Finals

A Gamelanders e a Sharks estrearam triunfando no VALORANT Challengers Finals 2 do Brasil nesta sexta-feira (30) e seguiram para a segunda rodada da chave dos vencedores. Perdedoras dos confrontos, Havan Liberty e SLICK seguem vivas no torneio, mas caíram para a repescagem e terão que sobreviver até o final sem perder mais nenhum confronto.

Enquanto isso, Gamelanders e Sharks se preparam para fazer a partida da segunda metade. O vencedor deste duelo avança para a final da chave dos vencedores. Depois dos dois duelos iniciais desta sexta, FURIA, paiN Gaming, Team Vikings e INGAMING Esports se preparam para os confrontos deste sábado (1º), a partir das 13h.

COBERTURA VALORANT CHALLENGERS BRASIL FINALS

HAVAN FAZ JOGO DURO, MAS CAI PARA GAMELANDERS

Gamelanders 13 x 9 Havan Liberty – Icebox
Gamelanders 13 x 9 Havan Liberty – Haven

A Gamelanders conseguiu ser superior à Havan Liberty na Icebox, mas isso não quer dizer que sobrou na partida. O time da GL conseguiu iniciar o duelo com o pé direito e dava indícios de que poderia atropelar depois de abrir 4 a 0 no placar. Pouco a pouco, a HL foi se reencontrando novo jogo e, mesmo vendo 6 a 1 no placar, fez cinco pontos em sequência para deixar tudo igual.

Com o placar “zerado”, os times foram para a segunda metade mostrando o alto nível do confronto do Challengers Finals. Mesmo tentando abrir e fazer 8 a 6, a Gamelanders viu uma Havan que se recuperou para deixar 9 a 9 e empatar de novo. Na reta final, no entanto, a experiência da GL falou mais alto e o time conseguiu fazer os três pontos finais.

O destaque, assim como já aconteceu tantas vezes, vai para Leonardo “mwzera” Serrati, que conseguiu terminar com 29 eliminações e 387 de pontos na partida. Ele foi disparado o melhor jogador da Gamelanders no primeiro mapa, mas viu o poder que Olavo “heat” Marcelo pode ter quando exigido, terminando com 299 pontos.

Com 1 a 0 no placar geral, a Gamelanders tinha tranquilidade para trabalhar a série, os torcedores foram testemunhas de uma Haven que foi palco de uma grande partida. A primeira metade foi dividida em três momentos, sendo o primeiro deles quando a Havan abriu 3 a 0 no placar. Na sequência, fez seis pontos em sequência e, por fim, a HL fez os outros três e finalizou por 6 a 6 de novo.

Entretanto, a Havan parecia não ter forças na segunda metade da Haven, e viu a Gamelanders ficar com o jogo na mão após conseguir pontuar em sequência e deixar o duelo 12 a 7. Usando da experiência, a GL guardou armamentos nos momentos certos do jogo, mesmo vendo os adversários pontuarem mais duas vezes e, em seguida, fechou a fatura por 13 a 9.

EQUILÍBRIO ABSOLUTO ENTRE SLICK E SHARKS

SLICK 13 x 3 Sharks – Icebox
SLICK 4 x 13 Sharks – Ascent
SLICK 11 x 13 Sharks – Haven

A Sharks entrou com pinta de favorita para o primeiro duelo contra a SLICK, que foi contra a maioria das expectativas e conseguiu vencer a Icebox de maneira brilhante, sem dar espaço para os adversários e mostrando que vinha para dar trabalho para os times no Challengers Finals.

O primeiro tempo na Icebox, mapa de escolha da SLICK, foi de atropelo absoluto por parte dos próprios donos da casa. Iniciando com a missão agressivar os spike sites, a equipe simplesmente não deixou a Sharks aparecer nos primeiros 12 rounds. Abrindo 8 a 1 no placar, a equipe viu uma tentativa de reação para deixar o jogo 8 a 3.

No entanto, fechar a série em 9 a 3 não aumentaria as chances da Sharks, tendo em vista que nada conseguiu fazer neste primeiro confronto. Isso porque a SLICK conseguiu vencer todas as rodadas da segunda metade para confirmar uma excelente vitória por 13 a 3 e iniciar o duelo com um domínio absoluto em cima dos adversários.

Apesar de toda a expectativa que se criou em torno da SLICK, a Sharks mostrou que não largaria o osso de maneira tão fácil. Jogando na Ascent, o time conseguiu doutrinar jogando muito bem desde o momento que estava atuando do lado ofensivo do mapa. Na primeira metade, conseguiu fazer 8 pontos, enquanto a SLICK fez apenas quatro defendendo.

Na segunda metade, a equipe que tinha a vantagem no placar sequer conseguiu exercer o próprio poder de fogo atacando os spike sites. Sem plantar a spike nenhuma vez, o time foi inoperante e viu a Sharks doutrinar para conseguir cinco pontos consecutivos e fechar a série por 13 a 4 e levando o jogo para a Haven, mapa decisivo do confronto.

A Haven foi o mapa escolhido para ser o decisivo do confronto entre as equipes. Na primeira metade, a Sharks iniciou com a missão de defender os spike sites, enquanto a SLICK precisava atacar. O time atacante conseguiu ter um começo triunfante, fazendo quatro pontos em sequência e deixando o adversário com o placar zerado.

Do nada, a Sharks conseguiu acordar para o duelo e conseguiu virar a partida para 6 a 5, quando o jogo precisou sofrer uma longa pausa para resolver problemas técnicos. Com tudo reestabelecido, o time conseguiu fechar a primeira metade por 7 a 5. Três rounds depois do segundo tempo, a SLICK já garantiu a virada para deixar o jogo ainda mais apertado.

Na reta final, as equipes deram tudo de si em um jogão na Haven. Apesar das tentativas da SLICK de impedir as entradas da Sharks no spike site, o time ofensivo conseguia confundir a defesa inimiga e ia em direção a vitória. Por fim, conseguiu garantir pontos em sequência que foram cruciais para a vitória do time na estreia do Challengers Finals.

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