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Especial

“Foi uma vitória expressiva, mas pensamos passo por passo”, diz mwzera após triunfo no Champions

Jogador concedeu entrevista para o VALORANT Zone após estreia no mundial

O VALORANT Zone conversou com o jogador Leonardo “mwzera” Serrati após a vitória da Vivo Keyd sobre a Acend pelo VALORANT Champions, nesta sexta-feira (3). O jogador comentou sobre a estreia do time, o próprio desempnho na série e também opinou quanto o cenário brasileiro.

A Vivo Keyd agora espera o vencedor de Envy e X10 CRIT, que também acontece nesta sexta. O segundo compromisso da equipe brasileira será neste sábado (4). Acompanhe o torneio na cobertura do VALORANT Zone.

Como você se sentiu fazendo sua estreia em eventos internacionais?

“Foi bem tranquilo. Falando individualmente, eu me preparei muito nesse último mês. Eu sabia que eu ia jogar em outra função, mas isso não teve um peso. Claro que uma estreia internacional, em LAN, tem um friozinho na barriga, sempre vai ter uma ansiedade a mais. Mas depois do primeiro ou segundo round, quando as coisas vão encaixando, essa pressão vai diminuindo”.

O que faltou no mapa Bind para o desempenho de vocês ser melhor?

“Eu acho que foi mais mérito da Acend do que demérito nosso porque na minha opinião a Bind deles é a melhor do mundo. É muito raro ver eles perdendo esse mapa para algum time. A gente estava ciente que ia ser bem difícil. A gente estudou muito, mas estava complicado fazer a leitura da rotação do mapa. Eles conseguiram impor melhor o ritmo de jogo deles e foi isso”.

Muito se especulava como seria seu desempenho exercendo uma função diferente do que você estava acostumado. Porém, vimos o Mwzera que encantou o Brasil, com uma boa performance nessa estreia. Foi um bom cartão de visitas?

“Eu acho que sim. Como eu disse outras vezes, apesar de eu nunca ter jogado de Sova em outros campeonatos, é uma função que eu me sinto muito confortável, porque eu jogo fazendo trade kill ou jogo situações de clutch. Isso sempre foi meu ponto forte. Sempre tem coisa pra melhorar, mas ao longo do campeonato isso vai acontecendo”.

A Vivo Keyd foi muito elogiada por outras equipes antes do campeonato e vocês acabaram de ganhar de um dos favoritos ao título. Você acha que essa vitória coloca vocês como uma das forças para levantar o troféu?

“Eu acredito que a gente não esta pensando nisso agora, estamos pensando em um passo de cada vez. Muita gente vai apontar a gente como um dos favoritos, a gente sempre quer vencer, vamos dar o máximo pra isso acontecer. mas a gente não gosta muito de nos sentir favoritos ou cantar vitória. Primeiro queremos focar em passar da fase de grupos. Foi uma vitória muito expressiva, mas estamos passo a passo”.

O quanto o bootcamp que vocês fizeram na Europa ajudou vocês na preparação para o campeonato?

“O bootcamp foi essencial pra gente focar nas reações. Aqui os jogadores reagem muito mais rápido do que no Brasil, em questão de tomar decisões dentro do jogo. Em questão de troca de tiro, pra mim o Brasil está na frente, mas aqui os jogadores pensam mais rápido e isso faz diferença.”

O que você acha que precisa mudar no cenário brasileiro para os times terem uma produtividade maior e levar isso pra ai pra fora?

“Eu não sei como explicar ao certo, mas aqui fora tem muito mais times, então é normal o cenário aqui ser mais desenvolvido. Claro que teve treinos ruins, com times trolls, mas por exemplo, contra os times tier 2 daqui, os treinos são muito mais produtivos, contra os times tier 1 então, nem se fala. No Brasil não é assim, as vezes são quatro ou cinco treinos que são produtivos, as vezes nem isso. Mas eu acho que quando a gente voltar pro brasil, nós, a FURIA, a VKS, a gente vai tentar passar para os outros times essa filosofia de treino melhor que nós aprendemos aqui. Talvez a galera absorva isso e evolua nosso cenário”.



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