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Especial

5 curiosidades do Game Changers Championship 2022

Do CS:GO ao VALORANT, fã de carros e viagem pela Europa

O Game Changers Championship 2022 começa nesta terça-feira (15). A primeira edição do mundial de feminino de VALORANT reúne as oito melhores equipes de suas respectivas regiões. O Brasil será representado pela Team Liquid, bicampeã do Game Changers Series Brasil 2022. O VALORANT Zone produziu uma lista com algumas curiosidades dos times e jogadoras que estarão presentes na competição.

Cille chegou na G2 com só 4 dias de treino

A G2 Gozen é uma das equipes que estará na competição representando a Europa. O time foi fundado em 2021, mas apenas em novembro a equipe conquistou o seu primeiro título do Game Changers EMEA Series em cima da Guild X. Em entrevista ao VALORANT Esports, Julia “juliano” Kiran revelou que a equipe precisava de uma 5ª player em cima da hora para competir. Quatro dias antes do início do campeonato, a equipe encontrou Cecilie “Cille” Kallio para ficar de stand-in.

Sem tempo para botar as coisas em ordem, juliano fez uma viagem de carro para buscar cada uma das jogadoras que estavam no Sul da Suécia, Copenhagen e chegaram a cruzar o mar com o carro em um navio. Com o quinteto unido, a equipe conseguiu treinar por cerca de quatro dias com a nova jogadora, que era o tempo até o início do campeonato. O que poderia dar errado, já que Cille não teve tempo hábil para se encaixar no time, se tornou em uma conquista inédita.

A G2 Gozen tinha batido na trave na edição do Game Changers Series 2 e ficou em 3º lugar. Mesmo contra todas as possibilidades, a equipe bateu a principal adversária para se consagrar campeã da do EMEA. A final que foi 3 a 1 para a G2, mostrou que a equipe não precisava ter um elenco junto há tempos para provar que a equipe podia ser campeã.

Fã de carros e de drift

Não só de VALORANT a jogadora Jasmie “Jazzyk1ns” Manankil vive. Atleta da Cloud9 White, a canadense revelou em entrevista ao Andrej “babybay” Francisty que se tornou grande fã de carros por conta da influencia do irmão mais velho. “O meu irmão é 13 anos mais velho que eu e ele sempre esteve entretido com o carro, especialmente com os primos e eu meio que fui “levada” para esse caminho“, revelou.

Para a surpresa de babybay, além de conhecer carros e gostar, Jazzyk1ns também sabe fazer drift. No quadro do VALORANT Esports, a canadense mostrou toda sua habilidade junto de um profissional, que ficou surpreso com a facilidade da jogadora em conduzir o carro daquela maneira. Antes de pegar no volante, o instrutor fez algumas manobras mas Jazzyk1ns não teve dificuldades em repeti-las. “Eu comecei sozinha (a fazer drift), eu comecei a tentar (as manobras) com alguns amigos, mas de forma legal”, afirmou a jogadora em meio ao clima descontraído.

Evitando a Pearl

O mapa Pearl chegou ao VALORANT no dia 20 de setembro, mas não conquistou os corações dos jogadores. Apontado como um dos “piores” mapas, a Riot Games chegou a remodelar algumas partes do ambiente para torná-lo mais competitivo.

A Cloud9 White e a KRÜ Esports são as duas únicas organizações que estarão disputando o Game Changers Championship, que não jogaram o mapa competitivamente até então. Um banimento quase certo por parte dos dois times, a Pearl é um mapa que foi evitado por várias equipes, inclusive durante o VALORANT Champions 2022.

Se por um lado tem equipes que não querem nem ver a Pearl, a Team Liquid, G2 Gozen e a FENNEL são as únicas equipes – que estão no mundial – que venceram todos os jogos que disputaram na Pearl. A cavalaria jogou duas partidas, já a G2 e a FENNEL disputaram três vezes cada.

Com 100% de aproveitamento, o mapa pode ser uma carta na manga para essas equipes, até mesmo para a C9 White e KRÜ, já que as adversárias não tem material para estudar já que ambas nunca disputaram em um campeonato.

Divulgação/Riot Games

Amizade antiga

Amigas e colegas de equipe na Cloud9 White, Jazzyk1ns revelou que já tinha jogado “semiprofissionalmente” com Melanie “meL” Capone, atual capitã da equipe. Apesar de terem competido em um campeonato profissional, a dupla ressaltou que a forma como foi feita era amador.

Em entrevista, Jazzyk1ns comentou que no início da carreira quando ainda jogava CS:GO, a canadense se juntou com a meL e outras amigas para fecharem uma equipe para disputarem um torneio da DreamHack. Essa foi a primeira equipe de Jazzyk1ns e que também teve meL como líder na equipe amadora.

Apesar de não terem tido sucesso naquele torneio, a dupla se reencontrou na Cloud9 White e meL também revelou que no início do projeto da equipe do VALORANT, ela já tinha planos para contar com Jazzyk1ns no elenco.

Divulgação/VALORANT Esports

Competição é de família

A Guild X é segunda equipe que irá representar a Europa na competição. Um dos destaques do time é Vivian “roxi” Schilling, a sentinela. Em entrevista ao VALORANT Esports, a atleta que é alemã, mas tem ascendência filipina, teve influência do pai em relação aos jogos de computador.

A atleta revelou que quando era criança, ficava escondida assistindo o pai jogar CS:GO no computador de casa e também ouvia ele conversar com os jogadores dentro da partida. Por se tratar de um jogo com armas, a mãe de roxi não queria que a filha jogasse, mas não conseguiu impedi-la.

Quando ainda era criança, o pai, Udo Schilling deixava roxi segurar o mouse e até apertar as teclas de movimentação para jogar juntos. A regra para deixar a filha jogar era terminar a lição de casa antes, porém, a jogadora da Guild X revelou que não se lembra de ter feito nenhuma lição, apenas fingia para poder ficar mais tempo jogando o FPS.

Das espiadinhas do jogo até torneios, roxi e Udo participaram de times, isso porqueque a cidade onde moravam tinha dois clãs, assim a família pode participar das competições e também ir aos eventos em LAN que aconteciam na região.

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